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Planejamento financeiro prévio, evita taxa suplementar para cobertura de despesas de fim de ano

 O fim de ano vem se aproximando e muitos condomínios têm a obrigatoriedade de honrar as contas extras de 13º salário, encargos sociais sobre 13º salário dentre outras do período, exceto aqueles condomínios que terceirizam a mão de obra com empresas especializadas.

Por: Aldo Junior

Com o objetivo de não exceder os custos junto aos condôminos, o planejamento financeiro antecedente, é primordial para evitar a criação de cotas suplementares neste período de fim de exercício, que normalmente causa muito desgaste com os condôminos.

Na linha de uma organização financeira criteriosa, o sindico deve no inicio de seu mandato, elaborar juntamente com uma assessoria condominial especializada, uma previsão orçamentária que supra as despesas e encargos de fim de ano, analisando inclusive as repercussões no mês calendário dezembro.

Diante dos números previstos, um componente importantíssimo será a forma de arrecadação destes valores. O ideal seria que, desde o inicio da gestão o rateio fosse recebido em parcelas, diminuindo o impacto financeiro ao findar do ano, pois além das despesas de 13 o salário as famílias também incluem em seus orçamentos contas como: matrículas de escolas, material escolar, IPTU e IPVA.

Porém nem sempre os síndicos adotam esta sistemática. Apesar de previamente terem as previsões elaboradas, muitos abrem mão da arrecadação no inicio,entendendo ser melhor para não onerar o condômino protelando sua integralização seis meses antes, ou até dois meses antes do vencimento da despesa.

Ocorre que esta medida de postergar a arrecadação, em vez de não onerar, causa um ônus maior exatamente no período em que deveria ser a taxa condominial menor, pela quantidade de situações financeiras ocorridas nesta época do ano.

O planejamento financeiro de uma administração condominial, sem duvida alguma evita inúmeros problemas, não somente com relação as despesas de fim de ano, mas também para exemplificar com referencia as manutenções preventivas, que se mal trabalhadas podem aumentar os custos da manutenção corretiva.

Portanto senhores síndicos, da mesma forma que conduzem suas finanças pessoais, certamente com extremo rigor, controlando cada despesa  com os limites de suas rendas, o condomínio deve ser tratado ainda com mais atenção, até porque o descontrole ou descuido gera custos adicionais que podem em ultima instância acarretar ao sindico a devolução de valores ao caixa do condomínio por absoluta negligência na condução financeira do condomínio.

 

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